Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 20/07/2022
A Constituição Federal de 1988, assegura a todos os indivíduos o direito à segurança no país. No entanto, na prática, tal garantia é deturbada, visto que, atualmente, cidadãos homoxessuais ainda sofrem discriminação. Esse cenário nefasto se dá não só pela falta de investimento do poder público, como também pelo preconceito enraizado na sociedade em questão.
Em primeiro lugar, a baixa atuação governamental no que tange a proteção de pessoas com identidade de gênero que não a heteroxessual, é um dos fatores que impedem esse processo. Nessa perspectiva, a escassez de projetos estatais que visem à assistência não só física como psicológica para essa minoria, contribui para a precariedade desse setor e para a continuidade desse preconceito. Nesse sentido, segundo o filósofo e político Thomas Hobbes, “toda infração da lei é uma ofensa contra o estado”, ou seja, isso reforça à ideia de que os governadores precisam cumprir rigorosamente a lei no que diz respeito a segurança dessas pessoas.
Ademais, uma vez que a sociedade em sua maioria desconheça ou não concorde com as diferenças de gênero e, utilize-se de ofensas e gestos desreipeitosos, acabam por provocar diversos problemas psicológicos nesses indivíduos. Dessa forma, é justo relembrar a obra “Pedagogia da Autonomia” do patrono da educação brasileira, Paulo Freire, em que ela destaca a importância das escolas em fomentar não só o conhecimento técnico-científico, mas também habilidades socio-emocionais, como respeito e empatia. Sob essa ótica, pode-se afirmar que a falta de ensinos que vão além do conteúdo prejudica de forma direta o convívio harmônico da população.
Sendo assim, portanto, o poder Legislativo, por intermédio de incentivos monetários, deve criar um projeto que vise não só a proteção mas todo amparo aqueles que sofrem homofobia. O projeto cujo nome seria “Amar também é respeitar”, daria um apoio emocional com médicos psiquiatras capazes de solucionar a dor vivida por quem é vítima desses preconceitos. O ministério da Educação, por outro lado, ficaria responsavél em atuar em escolas e instituições públicas, através de palestras e eventos a cada semestre que promovam informações suficientes a fim de sanar qualquer dúvidas acerca da diversidade de gênero e o quão importante é utilizar o amor e respeito com o próximo.