Homofobia em questão no Brasil
Enviada em 26/07/2023
Na obra “O cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein critica o sistema de leis do Brasil, o qual possui uma boa elaboração, porém carece de efetividade na prática. Sob esse viés, a critica da obra sobredita se aplica ao contexto nacional quanto a homofobia existente, pois é uma questão a ser solucionada. Logo, é necessário medidas para solucionar o impasse, que é motivado pela raiz histórica e pelo aumento no número de casos de homicídios contra homoafetivos.
Em primeiro lugar, constata-se a raiz histórica como uma das causas da homofobia no país, fruto de uma ideia divulgada ao longo dos anos, por não haver uma tomada de atitude coerente para lidar com isso. Nesse contexto, na Grécia Antiga a homossexualidade era vista como algo normal, mas houve depois a propagação do preconceito advindo das religiões judaicas-cristãs.
Ademais, como consequência, a homofobia acarreta o aumento nos casos de violência voltadas para essa parcela da população, podendo ser evidenciado casos de homicídio. Nesse sentido, de acordo com o G1, uma morte por homofobia é registrada a cada 23 horas. Nessa ótica, uma vez que o poder público não coloca em prática os diretos de n°10.948/2001, onde, dá o direito da punição para toda discriminação praticada contra indivíduos homossexuais, bissexuais ou transexuais. Dessa forma, devido à omissão governamental, a problemática é agravada no meio social.
Portanto, faz-se necessário ações para conter a homofobia no país. Para tanto, escolas- responsáveis por criar seres conscientes acerca do que é certo ou errado, deve promover encontros educativos, por meio de palestras, a fim de conscientizar as pessoas desde cedo que a homofobia é errada e, com isso, evitar consequências de atos preconceituosos. Além disso, cabe ao Estado aprimorar as políticas públicas ligadas a essa parcela da população com o feito de proporcionar um melhor estilo de vida. Feito isso, a realidade destoará da obra de Dimenstein.