Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 31/10/2017

O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo, em média temos um assassinato a cada três dias. Em consequência desse crime, uma grande parte desses cidadãos apresenta uma estimativa de vida de 35 anos. Dentro desse cenário Violento contra o grupo LGBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transsexuais) um dos maiores problemas, é a falta de leis, e políticas públicas para garantia de direitos desse grupo. Diante esses problemas medidas fazem ser necessárias.

O apropriação da cultura homofóbica na sociedade contemporânea, é um resultado de medidas e conceitos conservadores vinculados principalmente a igreja. Porém, o discurso homofóbico saiu das paredes sacro santas e alcançaram outras instituições sociais e governamentais no Brasil e no mundo. Exemplo aparece a OMS (Organização Mundial de Saúde) até a década de 90 considerava a homossexualidade uma doença.

Mesmo garantidos pela constituição federal brasileira, precisamente no Art. 3º item 4, os homossexuais continuam sofrendo algum tipo de violência, tanto a psicológica quanto a física. A maioria dos casos, o núcleo familiar é o berço da discriminação, abrido as portas para outras pessoas exercerem  o mesmo. Quase sempre essa discriminação verbal se torna uma pequena agressão, um espancamento e em alguns casos em assassinatos. Recentemente, o público LGBT obteve algumas conquistas, como por exemplo a legalização do casamento homo afetivo em 2013 e em 2015 a Ministra do Supremo Tribunal Federal Carmem Lúcia, concedeu o direito de adoção para casais homo afetivos.

Portanto, para impedir a continuidade desses problemas, o primeiro passo é a orientação familiar e o trabalho de acolhimento. A intervenção governamental através da criação de políticas públicas de qualidade, garantindo a participação efetiva do público LGBT na sociedade, além de fiscalizar com mais eficiência as leis já existentes. Estabelecer parcerias entre escolas, instituições privadas, governo e família na criação de projetos e programas para termos uma sociedade mais fraterna.