Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 01/11/2017

Desde o século XIII, o mundo tem passado por intensas mudanças sociais e seus consequentes avanços. Porém, apesar de grandes conquistas e uma crescente luta por direitos coletivos, é notório que ainda é preciso a discussão de sua eficácia, por exemplo, para as minorias na sociedade brasileira, principalmente para quem tem uma orientação homossexual.

Em primeira análise, é importante reconhecer que a homofobia é um problema cultural e histórico que deve ser desconstruído. Os índices de violência são crescentes e injustificáveis, colocando em risco a vida da vítima quando há situações constrangedoras, intimistas e até agressivas com a população LGBT, que tem seus direitos fundamentais assegurados pela Constituição Federal violados.

Com base nesse impasse, a prática de discriminação em virtude de qualquer orientação sexual deve ser arduamente combatida e com suas devidas punições para que nenhum ser humano seja vítima de ações que podem resultar em traumas para toda sua vida. A teoria da tabula rasa John Locke, em que somos uma tela em branco que é preenchida de acordo com nossas experiências influências, nos dá a esperança de que um dia com educação e respeito possamos desfrutar da igualdade e dignidade.

Fica claro, portanto, a necessidade de criação de leis específicas que tipifique a ação discriminatória, criminalizando atos contra comunidade LGBT no sistema jurídico. Além disso, o governo deve incentivar projetos escolares, palestras e aulas específicas para discussão sobre gênero e respeito às diferenças também com a ajuda de psicólogo, que são imprescindíveis. Ademais, a mídia pode ajudar na exposição da realidade de quem tem sofrido com o preconceito para a sensibilização da sociedade, e promover o respeito mútuo. Só assim, poderemos ser exemplo de cidadãos que preencheram bem sua tela em branco, afirmando a teoria de John Locke.