Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 15/03/2018

“Não há formas fáceis de se resolver problemas difíceis”. Esse pensamento de René Descartes, filósofo do século XVI, contribui para uma análise dos desafios para o combate à homofobia no Brasil. Sabe-se que em meio as diversas circunstâncias que rondam esse problema, é preciso um estudo da questão histórica de exclusão, violência e preconceito com os indivíduos homossexuais. Fatores esses, evidentes para se encontrar respostas e buscar eficientes caminhos para à resolução dos prejuízos humanos na contemporaneidade.

Em primeiro lugar, é necessário relembrar que durante a Idade Média a vontade de Deus era o argumento para todas as ações, inclusive em situações cruéis. A ascensão do Cristianismo em Roma reverteu os valores da época, caçou hereges e perseguiu os diferentes, incluindo homossexuais, que foram torturados e condenados à fogueira. Entretanto, na atualidade ainda existem muitas críticas em meio aos aspectos religiosos e culturais, que seguem fanaticamente as palavras da bíblia ditas que “A mulher foi feita para o homem”. E usam isso, como desculpa para agressões físicas, verbais e psicológicas.

É importante destacar, que apenas em 1990 a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou o termo “homossexualismo” da classificação de doenças e problemas relacionados à saúde. Há hoje no Brasil como se ver uma união entre dois indivíduos do mesmo sexo, pois a política já defende os direitos dos homossexuais. Além disso,a homomofobia é tratada como um crime, quem agir de maneira preconceituasa à um homosexual poderá ser condenado e até preso.

Fica claro portanto, a necessidade de combate à homofobia no Brasil. Para isso, cabe ao ministério da educação, juntamente com o terceiro setor - composto por associações que buscam se organizar para conseguir melhorias na sociedade - promover campanhas e palestras educativas, principalmente em escolas e nos meios de comunicação, incentivando a inclusão dessa minoria e a significância de  respeitar o próximo. Em consonância, cabe ao governo efetivar a punição em casos de incivilidade a essa causa. Por fim, como está no artigo quinto da constituição federal, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.