Homofobia em questão no Brasil

Enviada em 11/04/2018

Segundo a Constituição de 1988, é assegurado ao indivíduo o direito de dignidade da pessoa humana. Contudo, esse princípio da isonomia não é vivenciado por minorias, como os LGBT, uma vez que o preconceito, aprendido na infância, é inato ao ser humano. Tendo em vista essa situação, a violência contra essa diversidade tornou-se constante na sociedade contemporânea. Diante disso, ações afirmativas e educativas são necessárias para reverter esse cenário.

Em primeiro lugar, é perceptível o preconceito direcionado à comunidade LBGT, proveniente de uma sociedade enraizada em dogmas. Esse contexto reflete em uma criação machista, imposta pelos pais, ensinando desde a tenra idade que o homossexual é um ser fora dos padrões e, por conseguinte, não deve ser respeitado. Logo, a homofobia, tem, muitas vezes, passado de pai para filho.

Em segundo lugar, vale ressaltar que de acordo com o sociólogo Zygmunto Bauman, hodiernamente, a sociedade - considerada por ele uma modernidade líquida - Possui laços afetivos fragmentados. Isso faz com que as pessoas não se importem umas com as outras e excluam as consideradas diferentes, o que ocorre, infelizmente, com a comunidade LGBT. Dessa forma, eles são alvos  de agressões verbais e físicas, corraborando para transtornos psicológicos, fomentando, assim, a homofobia no âmbito social.

Portanto, cabe ao Governo Federal criar campanhas educacionais nas diversas mídias, entre elas, a televisão e a internet. Isso deve ser feito por meio da divulgação de curtas metragens, ressaltando a importância em aceitar os homossexuais como pessoas dignas de respeito.  Logo,Tal ação terá a finalidade de assegurar, finalmente, as beneses as quais são afirmadas na constituição de 1988.