Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 18/05/2018
A nova Ordem Mundial acelerou hábitos de uma vida moderna, com influências notórias ao consumo exacerbado. Nessa perspectiva, percebe-se ações do ponto de vista social e ambiental que não agregam uma ideologia sustentável, uma vez que o homem tornou-se a própria “balança comercial”. Nesse contexto, a expressão do capitalismo e a busca contínua do consumo, refletem em impactos ambientais generalizados.
O filósofo francês Jean Braudillard afirma que o consumo atual não é exercido como direito ou prazer; mas como um dever do cidadão. Sob o aspecto do consumismo do século XXI, isso é ratificado pela incorporação da necessidade de um status, ao passo que a mídia e os padrões de vida são definidos pela aparência ilustrativa de felicidade ao bem material.
Desse modo, é finita as precauções com o ambiente, a falta de informações sobre o percurso do produto remete a uma falsa ideia de moralidade sustentável. Todavia, empresas alimentícia em destaque ao consumo, têm o meio como aliado de descarte de dejetos, o que acarreta poluição atmosférica, de rios e lagos; imperceptível ao olhar do consumidor alienado ao dever de possuir bens para adequar-se na sociedade moderna.
Logo, faz-se necessário que o Estado desenvolva ações pertinentes à regulamentação das propagandas com interesse ecológico, por meio da proibição de comerciais que ressaltem uma ideologia contrária ao bem comprado. Por conseguinte, a família como instrumento educacional, prevenir com distância do obsoleto, reaproveitar, reciclar com importância comunitária, a fim de legalizar condutas sustentáveis.