Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 05/06/2018

Segundo o diretor da fundação GreenPeace, a inteligência é a maior habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. No entanto, com os avanços da tecnologia e o com o crescimento do consumismo desenfreado impede que essa harmonia impere na sociedade brasileira contemporânea. Desse modo, alguns fatores que corroboram os impactos ambientais devem ser revistos, dentre eles, a mídia e a ação antrópica.

Convém ressaltar, a princípio, que as campanhas midiáticas são uma das principais ferramentas capaz de induzir o homem ao consumismo vertiginoso. Dessa maneira, consoante o portal de notícias do Ministério Público de Goiana, 83% das pessoas que adquirem um novo produto são influenciadas pela mídia. Além disso, a influência das propagadas, em consonância da obsolência programada - ocorrida no século 20, a qual as indústrias passaram a diminuir a vida útil dos produtos - fomenta a compra e, consequentemente, aumenta o descarte de lixo, o qual, muitas vezes, não é excluso devidamente. Por conseguinte, isso estimula veemente os impactos ocorridos na natureza.

Outrossim, cabe pontuar que as ações antrópicas, paralela ao capitalismo, impulsionam a agressão ao meio ambiente. Isso pode ser explicado conforme o pensamento do Padre Quevedo: “O avarento mais preferiria que o sol fosse de outro para o cunhar, do que ter luz para ver e viver”, é notório que a natureza egoísta do homem mais almeja a hegemonia capitalista do que o bem zelar do meio ambiente. Nesse sentido, o desmatamento e, favor do estabelecimento de mor fronteiras agrícolas é uma das demais razões que são negligenciados para maior lucratividade dos latifundiários. Como prova disso, de acordo com o Jornal da Uol, 236 mil Km² foram desmatados, nos últimos 10 anos, para ampliação de lavouras.

Torna-se indubitável, portanto, que ainda há entraves no que tange à mitigação dos impactos ambientais e do consumismo desenfreado. Em primeiro plano, compete que o Estado, apoiado de ONGs, como a GreenPeace e a WWF (Fundo Mundial para vida Selvagem e Natureza) que aumente as campanhas midiáticas por meio das redes sociais e rede de televisão, com o uso de imagens capazes de persuadir sobre as consequências do consumismo, a importância de preservar o meio ambiente e o descarte corretamente o lixo. Essas campanhas, proporcionarão não só menores índices de consumo, mas também, a baixa produção de detritos. Ademais, o Ministério Público deve aumentar a fiscalização das áreas florestadas, em conjunto das polícias ambientais, através da contratação de novos agentes federais, a fim de amenizar o número de desmatamento. Dessa maneira, será possível tornar a relação das espécies com o meio ambiente harmoniosa e saudável