Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 17/07/2018

Funcionando como a segunda lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atua sobre ele mudando o percurso, os impactos ambientais gerados pelo consumo é um problema que persiste ligado a sociedade brasileira. Com isso, ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso deste problema, da permanência para extinção, a combinação de fatores educacionais e políticos acabam por contribuir com a situação atual.

É preciso considerar, antes de tudo, que a falta de educação ambiental nas escolas está diretamente ligada aos impactos ambientas gerados pela sociedade. Segundo Kant, “O homem é aquilo que a educação faz dele’. Nesse sentido, observa-se que no Brasil,a população sabe consumir mas não sabe onde despejar o lixo corretamente. Prova disso são milhares de resíduos deixados em lugares inapropriados após festas populares como o carnaval.

Outrossim, é indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. De acordo com Aristóteles, “A política deve ser feita de maneira que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade”. Nessa lógica, percebe-se que a falta de leis que punam pessoas e empresas que causam impactos ambientais rompe essa harmonia. Haja vista que esses grupos aproveitam brechas na constituição para causar danos ao meio ambiente.

Dessa forma, portanto, cabe ao Ministério da Educação promover palestras em escolas, com ambientalistas, que discutam o combate ao consumismo , afim de que crianças e jovens aprendam a conversar a natureza. Do mesmo modo, o Poder Legislativo deve promover leis que penalizem pessoas físicas e jurídicas que tentem prejudicar o meio ambiente, logo prevenir-se-á futuros impactos ambientais.