Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 26/07/2018
Durante o século XVIII, a Revolução Industrial mudou não só o modo de produção de bens, como também impulsionou o consumo de produtos industrializados. No Brasil vigente, o consumismo acarreta inúmeros impactos ambientais e deve ser combatido. Contudo, tais impactos crescem, seja pelo aumento da compra de produtos desnecessários ou pelo acúmulo de plástico nos depósitos aquáticos. É inquestionável que as pessoas compram muitas coisas sem necessidade e despejam as em locais impróprios. Para o sociólogo contemporâneo Zygmunt Bauman, vivemos em tempos líquidos, uma sociedade que não pensa a longo prazo e adapta-se facilmente às objetividades do pós-moderno. Nesse ínterim, várias pessoas compram produtos eletroeletrônicos, porque estão impulsionados pela mídia e o mercado desse produto, de tal forma que lançam aparelhos constantemente, de modo que esses objetos não têm locais para descartes apropriados. Consequentemente, muitas das vezes serão despejados na natureza de qualquer jeito e pode parar nos rios e chegar ao mar.
Outrossim, o plástico é outro problema, pois está presente em quase todas as embalagens de produtos. Para o filósofo Iluminista Immanuel Kant, todos sabem distinguir o bem do mal, pelo que todos são chamados a cumprir com seu dever. Nesse viés, a falta de consciência da população relacionada ao consumo exacerbado de plástico é um problema de saúde pública mundial. Dessa maneira, vários estudos encontraram partículas de produto nas águas tanto marinhas , quanto a própria ao consumo e este problema está relacionado às doenças, bem como o câncer no trato digestório. Infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas a fim de reverter a situação. Logo, urge à mídia, por meio de propagandas mostrar que o consumo incontrolado é prejudicial para saúde, pois a compra de produtos necessitará de uma maior demanda de recursos extraídos da natureza e, sobretudo, o descarte irresponsável do produto em locais irregulares, de modo que pode virá depósito de água parada e local de reprodução de insetos, tais como mosquito da Dengue e Febre Amarela. Ademais, o Ministério do Meio Ambiente deve realizar palestras e cartilhas para orientar a população sobre o plástico, o uso consciente dele, de modo que a sociedade opte pelo consumo racional do mesmo e evitar que ele chegue aos mananciais e mares.