Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 21/10/2018
O filme Wall-e se passa em 2815 d.C., época em que a terra foi abandonada e coberta por lixo, resultado de décadas de consumo em massa facilitados por uma corporação. Fora das telas, o consumismo e a falta de conhecimento sobre sustentabilidade fazem das montanhas de lixo e da catástrofe ambiental uma realidade.
Cabe ressaltar que, segundo o canal da TV Cultura, cerca de 20 milhões de pessoas não tem acesso à coleta de lixo no Brasil. O que torna o ambiente precário, sujeito à doenças e contaminações. Ademais, dentro da parcela do lixo recolhido, aproximadamente 41,6% foram destinados ao lixão, que é tão prejudicial para o destino quanto no caso em que a coleta é ausente.
Alem disso, os impactos ambientais do consumo são uma consequência direta do consumismo da população brasileira. Essa problemática é efeito da falta de conhecimento por parte do povo a respeito da importância de se separar o lixo e dar o seus devidos fins. Outro fator é a falta de informação que uma pessoa deixa de buscar na hora de comprar.
Por conseguinte, medidas são necessárias para resolver o impasse. Em primeiro lugar, o Governo Federal deve repassar uma nova quantia de verba aos Governos Municipais para que eles possam ampliar a coleta de lixo. Outra maneira é o Governo Federal incentivar empresas privadas que façam coleta de lixo eletrônico e reciclável através da isenção de impostos e subsídios. Por fim, o Governo Federal deve patrocinar campanhas que incentivem um consumo mais consciente e a separação do lixo, essa campanha deve ter o apoio do Congresso para se criar medidas para penalizar quem não fizer a separação do lixo com multas, como já é feito em alguns estados e em outros países.