Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 10/01/2019
A Constituição Universal dos Direitos Humanos(DUDH), promulgada em 1948, prevê o acesso de todo cidadão à saúde, moradia e educação. No Brasil, entretanto, a falta de instrução acerca dos impactos ambientais do consumo do século XXI apresenta um desafio a ser enfrentado de forma mais organizado pela sociedade. Dessa forma, convém analisar as principais consequências para essa problemática em nossos dias.
Como indicado por Eckhart Toller, a poluição do planeta é apenas um reflexo externo de uma poluição interior psíquica gerados por milhões de indivíduos inconscientes. Nesse sentido, a inconsciência sobre as consequências do consumismo exacerbado intensifica a poluição ambiental, já que existe, também, a irreflexão sobre o descarte de resíduos. Dessa forma, é inaceitável que um país signatário da DUDH não seja capaz de garantir à sua população o conhecimento adequado acerca da poluição as quais geram consequências irreparáveis ao corpo social.
Ademais, é importante pontuar também, como colário da disposição inadequada de resíduos sólidos, a proliferação de doenças. Nesse segmento, como indicado pelo portal de notícias G1, mais de 60% das doenças que chegam ao sistema público de saúde são devido à água poluída . Portanto, é inconcebível um país que submete a sua população a uma das maiores taxas de tributo não garanta a segurança no âmbito da saúde.
Dessa forma, é perceptível que, por conta da irresponsabilidade populacional e governamental vê-se a devastação natural e a vulnerabilidade do corpo social. Diante disso, cabe ao poder Legislativo, por meio do Ministério do Meio Ambiente, a elaboração de leis que restrinjam e limitem a produção exacerbada de produtos prejudiciais à natureza, exigindo ainda a reciclagem de todo material possível, a fim garantir as práticas sustentáveis, beneficiando a sociedade e auxiliando a renovação do meio ambiente.