Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 15/03/2019
O modelo de desenvolvimento econômico vigente na sociedade contemporânea ainda não conseguiu dialogar cabalmente com ideais de sustentabilidade. O impacto ambiental é algo notório do capitalismo e o consumo apresenta-se como motor desse sistema. Á vista disso, compreende-se que há um desequilíbrio na relação meio ambiente e consumismo.
A priori, a Constituição Federal afirmar que quando existir conflitos entre os interesses ambientais e econômicos, o primeiro deve prevalecer, no entanto, a realidade ilegítima esse regulamento. Isso se observa, por exemplo, pelo avanço da agropecuária de forma insustentável na Amazônia e a poluição do rio Tietê, o qual banha a cidade com maior desenvovilmento industrial. Dessarte, a socieadade se acostumou a promover o desmamento, poluição dos rios, aumentar a produção de resíduos e a lançar gases poluentes à atmosfera, se o propósito final impulsionasse o seu desenvolvimento econômico.
Contudo, segundo o economista Adam Smith, " o consumo é a única finalidade e o único objetivo da produção", consequentemente, por detrás dos desequilíbrios ambientais existe uma sociedade consumista. Além disso, conforme o pensamento do filósofo Zygmunt Bauman, " vivemos em tempos líquidos, nada foi feito para durar", pois, ao analisar o corpo social, percebe-se que para esse, qualquer produto torna-se obsoleto de forma rápida. Desse jeito, o consumismo demonstra ser inerente à população hodierna, mas em contrapartida, os impactos ambientais também.
Logo, para intervir nesse quadro de impactos ambientais decorrente do consumo no século XXI, faz necessário um Estado mais ativo em suas ações com objetivo de validar as suas leis, principalmente, em relação a preservação dos interreses ambientais. Para tanto, cabe a esse órgão estimular as empresas, por meio de incentivo fiscais, a promoverem a sustentabilidade, por meio da reciclagem, otimização dos recursos hídricos e a diminuição da emissão de gases poluentes. Ademais, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com as ONGs executarem campanhas e propaganadas vinculadas nas mídias sobre a inevitabilidade do consumo responsável para atenuar os impactos ambientais, a fim de que consiga construir uma sociedade mais consiente e crítica de suas ações.