Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 24/04/2019

Consumo insustentável

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a um meio ambiente saudável e equilibrado. Contudo, o consumo em excesso e a falta de um pensamento sustentável causam grandes impactos ambientais. Nessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Em primeiro plano, urge analisar o consumismo da população que não pensa nos meios de produção dos produtos. Nesse âmbito, sabe-se que para produzir 500 folhas de papel reciclado usa-se menos da metade de recursos, como água e energia, que é usado na produção de papel normal. Diante do exposto, percebe-se que o uso de papel novo é maior que o de reciclado, haja vista que a população consome o produto sem conhecer os meios de produção e os impactos causados nesse processo, fato que, consequentemente, prejudica a natureza.

Outrossim, as questões da obsolescência e pouca preocupação com o meio ambiente estão diretamente ligadas ao problema. Desse modo, segundo Platão, importante filósofo grego, a qualidade de vida tem tamanha importância de modo que ultrapassa a da própria existência. Nesse contexto, fica claro que, para possuir qualidade de vida, é necessário que haja um meio ambiente saudável e para isso deve haver preocupação social com a natureza e o consumo exagerado causado pela obsolescência programada deve ser repensado.

Portanto, são necessárias medidas a fim de mitigar os impactos causados pelo consumo. Desse modo, o indivíduo deve mudar seu comportamento diante da problemática, fazer uma autoavaliação de suas ações de consumo, além de buscar meios para ampliar seu conhecimento sobre impactos ambientais no processo produtivo, a fim de obter um pensamento mais sustentável. Ademais, cabe às escolas realizar ações educativas a respeito do cuidado com o meio ambiente, através de discussões em sala de aula, para que, dessa forma, o Brasil e a natureza superem o problema.