Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 03/06/2019
O consumo sem consciência e o descarte inadequado são os grandes causadores da poluição no meio ambiente, ao adquirir um produto, as pessoas, em sua maioria, não levam em consideração se estão poluindo, se as empresas responsáveis, nos processos de fabricação, usaram meios que respeitem a natureza. O produto é de reciclagem ou não, quais os impactos e depois, como que isso voltará em forma de descarte a natureza? Primeiramente, vale ressaltar que o Governo é omisso aos problemas ambientais, visando apenas economicamente sem pensar em um futuro próximo, em que deverá arcar com a devastação ambiental. Segundo a ABIDS(Associação Brasileira de Integração e Desenvolvimento Sustentável), para a fabricação de um pacote de 500 folhas de papel reciclado, se usa 4,6 litros de água, 5,8 kw de energia e nenhuma árvore, um novo é 23,3 litros de água, 11,6 kw de energia e uma árvore. Sem falar no tempo, 26 pacotes de 500 folhas de papel reciclável, usando-se 15 folhas por dia, dura 2,5 anos, enquanto que a mesma quantidade de um novo levaria um eucalipto adulto, que demora em média, 7 anos para crescer.
São muitas as causas pelas quais os impactos ambientais não são levados a sério. Primeiro, a sociedade associada a inúmeros problemas sociais, não tem a consciência do mau que causa ao meio ambiente, quando compra seus produtos sem saber se a origem, agride a natureza e se o descarte é correto. Em seguida, gerando muitos casos de contaminações de aquíferos subterrâneos e de mananciais. Em consequência, medidas para garantir a sustentabilidade precisam ser mantidas.
Diante do exposto, antes que seja tarde demais para reverter este quadro, é preciso intervir. Logo, cabe ao Governo, destinar recursos necessários para fiscalizar as empresas sobre a utilização e descartes corretos. Essas medidas devem ser feitas por meio do Ministério do Meio Ambiente, tendo como resultado não apenas o bom funcionamento das leis, mas também que sejam respeitadas e cumpridas. Afinal, a população precisa pressionar o Estado para mostrar resultados sobre os impactos ambientais.