Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 18/09/2019
A frase do sociólogo Thomas Hobbes “o homem é lobo do homem” caracteriza o século XXI, umas vez em que o próprio cidadão desconstrói os elementos para sua sobrevivência.Sob esse viés, pode se relacionar tal questão a preservação ambiental no Brasil, que encontra dificuldades devido ao capitalismo e ao descumprimento de leis. Ademais, observa-se que está é uma problemática pendente que requer atenção social e governamental.
Em primeira plano, deve se ressaltar que pós o capitalismo o consumo se intensificou, ocasionando no surgimento de grandes industrias e da produção em massa. Dessa forma, houve um aumento significativo na degradação do meio ambiente, visto que empresas liberam uma fumaça tóxica, aumentando o CO2 e poluindo o planeta. Outrossim, é vigente que a compra exacerbada de produtos ocasiona no acumulo de lixo a céu aberto e na dispersão de embalagens que levam anos para se decompor.
Em segundo plano, convém enaltecer que a preservação ambiental é um desafio constante, em virtude do desmatamento e do plantio em áreas preservadas. Diante disso, pode se observar que uma das mais inportantes florestas do mundo, a Amazónia, corre risco devido ao grande número de produtores de soja que migram para região e pela venda ilegal de madeira. Por conseguinte, consta-se que apesar de grandes áreas estarem em património de preservação ainda há violações, como explica o INEP que em 2019 se desmatou 50% a mais que em 2018, remetente a áreas de biodiversidade.
Em virtude dos fatos mencionados, nota-se que está problemática ambiental requer atenção social e governamental. Assim, cabe ao Ministerio do meio Ambiente aumentar o número de áreas preservadas e do investimento em profissionais qualificados afim de reduzir o desmatamento. Além disso, é função do Ministério da Educação e da mídia a população sobre as consequencias do consumo por meio de palestras audiovisuais que incentive o consumo consciente.