Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 25/09/2019
Ao afirmar, em sua célebre canção, “O Tempo Não Para”, o poeta Cazuza faz, de certo modo, uma comparação entre o futuro e o passado. De fato, ele estava certo, pois os impactos ambientais do consumo no século XXI, não é um problema atual. Desde a Revolução Insdustrial, o consumo descontrolado já era um problema persistente no país. De mesmo modo, na contemporaneidade as dificuldades ainda persistem, seja devido à ausência de campanhas educativas para a sociedade, seja por causa das pessoas que não imaginam os impactos que terá a natureza ao adquirir um produto.
A elaboração da Constituição Federal, há 30 anos, foi baseada no sonho de bem-estar social para todos os indivíduos. Entretanto, é notório que o Poder Público não cumpre o seu papel enquanto agente fornecedor de direitos mínimos, uma vez que a ausência de campanhas educativas nas escolas afeta de maneira bastante negativa, um exemplo disso é que hodiernamente mais de 50% das doenças que chegam ao sistema público de saúde são por causa das águas poluídas, isso acontece porque a sociedade não tem orientação de especialistas que ensinem práticas sustentáveis, e isto são fatores que estimulam os impasses do tema mencionado. Dessa maneira, percebe-se que essa inaceitável questão de vulnerabilidade dessas vítimas configura, não só um irrespeito colossal, mas também uma desvalorização descomunal e que, logo deve ser modificada em todo território nacional.
Outrossim, destaca-se as atitudes das pessoas que não pensam de maneira correta ao adquirir um bem material. De acordo com zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da ‘‘modernidade líquida’’ vivida no século XXI. Diante de tal contexto, segundo uma pesquisa encontrada no site do pinterest, o papel novo gasta bem mais água do que o pepel reciclado, a diferença é de aproximadamente 18,7 litros de água. Isso significa, portanto, que se a população comprassem mais folhas do tipo recicladas, diminuiria bastante os impactos ambientais.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que o Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Governo, promova à sociedade palestras educativas para incentivar as pessoas a buscarem atitudes melhores, por meio de aulas administradas por professores e psicólogos que debatam acerca dos problemas que traz os impactos na natureza, também é de suma importância que esses especialistas ajudem a população a mudar o padrão de consumo, para que eles saíam da ideia de obsolência rápida para a durabilidade dos produtos. Nesse sentido, o intuito de tal medida é combater os impactos ambientais do consumo. Além dessa, outras medidas devem ser tomadas, porem de acordo com Oscar wilde,’’ o primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação’’.