Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 23/10/2019
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto quando se observa a quantidade de impactos ambientais, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intimamente ligada à realidade do país, seja pelas pessoas não separarem os resíduos corretamente, seja pela falta de atenção na hora de comprar um produto, que pode ser prejudicial à natureza.
É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que a coleta inadequada de lixos rompe essa harmônia, haja vista que se cada cidadão fizesse a sua parte em separar os resíduos, os solos não estariam tão contaminados.
Outrossim, destaca-se a ausência de consciência na hora de adquirir um produto como impulsionador do impasse. De acordo com o cofundador Paul Watson, inteligência é a habilidade das espécies para viver em união com o meio ambiente. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que se cada indivíduo tivesse o devido cuidado com o item que for comprar atentando os males que podem causar à saúde, assim como os animais tem com a natureza, o planeta seria menos impactado.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de mundo melhor. Destarte o Governo deve incluir mais fiscais sanitários, promovendo assim uma melhor eficácia na hora de colher os resíduos. Logo o Ministério Do Meio Ambiente (MMA), deve promover campanhas sobre coletas, para que toda população se organize e possibilite mais sustentabilidade e qualidade de vida.