Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 30/10/2019

Segundo a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 225, é dever do Estado garantir a preservação do meio ambiente para os cidadãos, bem como é responsável pela segurança da fauna e flora quanto à sua função ecológica. Embora o Brasil seja reconhecido pela sua rica biodiversidade, vem sofrendo de c patrimônio natural constantes alterações ambientais. Todavia, cabe analisar fatores decorrentes dessa problemática, ligando à priorização financeira em detrimento do patrimônio natural.

Convém ressaltar, a princípio, sobre a exploração de recursos naturais e os principais danos causados à natureza. As vegetações como o cerrado e a floresta amazônica vêm sendo os maiores alvos do desmatamento. Consequentemente, interferem no processo da fotossíntese e coloca em risco a extinção e a função ecológica das espécies. Nessa perspectiva, a falta de legislação e a fiscalização nas florestas torna evidente a afirmação do filósofo Karl Marx, de que, “o capitalismo prioriza o lucro em detrimento de valores”.

Além disso, é importante salientar que a abundância de lixos eletrônicos e a ausência de preocupação do seu direcionamento agravam os impasses com o meio ambiente. Diante disso, cabe ressaltar sobre o incessante desejo das pessoas em consumir produtos com obsolescência programada, isto é, possui tendência de apresentar mal funcionamento nos componentes após certo período de uso, ocasionando na persuasão na compra de novos bens. Consequentemente, em conjunto com a precária política de reciclagem tornam mais suscetíveis à contaminação dos solos e até mesmo dos aquíferos brasileiros.

Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Portanto, urge que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) amplie redes e processos de reciclagens por meio de verbas destinados pelo Governo, com objetivo de reduzir propagação de substâncias tóxicas no solo e preservar o ecossistema. Ademais, cabe ao Governo tornar eficiente as leis já existentes aumentando fiscalizações dos desmatamentos e incentivar o reflorestamento de áreas devastadas. Por fim, os indivíduos devem manter uma postura melhor diante essa sociedade de consumo excessivo. Dessa maneira, a população aliada à política será capaz de estabelecer um ambiente harmonioso com a riqueza natural do país.