Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 18/05/2020

Durante o processo de Revolução Industrial no século XIX, o aquecimento global antropogênico e o crescimento desenfreado da degradação ambiental no Brasil se fizeram presentes. De forma análoga, atualmente a população não busca uma vida sustentável e não apresenta inquietação alguma a respeito do meio ambiente. Em detrimento disso, é evidente que à exploração ilegal em áreas verdes e a negligencia de órgãos inspetores das ações realizadas na natureza confirmam a dificuldade de prevenção de desastres ambientais no país.

Mormente, é indispensável destacar que disquisição de áreas como a Amazônia de forma ilegal é um dos entraves para o acarretamento de catástrofes no ecossistema visto que, explora e extingue as riquezas naturais do território, produzindo altas taxas de desmatamento e contaminação a fauna e a flora. De acordo com o jornal Brasil de Fato, 90% da exploração da madeira no país não é legalizada e complementa a emissão de substancias danosas à atmosfera por meio dos desmatamentos e afogueados. Dessarte, é patente, que a nação se encontra obsoleta em questão de preservação e conservação dos biomas brasileiros que, por conseguinte provoca uma série de fatalidades ambientais.        Em segundo lugar, o descaso na averiguação das normas de extração de substancias, bem como a irresponsabilidade dos órgãos nacionais em examinar tais ações é uma problemática que influencia diretamente nos acidentes ocorridos no meio ambiente. A exemplo disso, em 2011 ocorreu um vazamento de óleo no Rio de Janeiro que poderia ter sido evitado com estudos prévios de geologia e com a aplicação das normas corretas durante perfuração. Isso ratifica, assim, que o país situa-se inconsequente no contexto de prevenção dos acidentes, uma vez que a responsabilidade de analisar os procedimentos apresenta-se inexequível e insuficiente. Consequentemente o território brasileiro afi ma-se a mercê da devastação ambiental, perdendo uma de suas maiores riquezas.

Portanto, medidas são necessárias para prevenção de pósteros desastres no ecossistema. É mister que o Ministério do Meio Ambiente e a Justiça Federal apliquem medidas punitivas eficazes por meio de multas nacionais, na qual a renda será utilizada em resoluções dos acidentes existentes e para a precaução de futuras catástrofes, com a finalidade de tornar as políticas públicas atuais exequíveis. Ademais, é imprescindível que as mídias sociais como telejornais, busquem ressaltar a importância da extração consciente e da regulamentação de recursos naturais por meio de campanhas contra a retirada ilegal com o propósito de conscientizar e alertar a população dos problemas ambientais enfrentados que dessa maneira, poderão ser cessados.