Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 22/05/2020
Durante o processo de Revolução Industrial no século XIX, o aquecimento global antropogênico e o crescimento desenfreado da degradação ambiental no Brasil se fizeram presentes. De forma análoga, atualmente a população não busca uma vida sustentável e não apresenta inquietação alguma a respeito do meio ambiente. Em detrimento disso, é evidente que a exploração ilegal em áreas verdes e a negligência de órgãos inspetores das ações realizadas na natureza confirmam a dificuldade de prevenção de desastres ambientais no país.
Mormente, é indispensável destacar que o crescimento do individualismo no contexto social atual é um dos entraves para o acarretamento de catástrofes no ecossistema. Desse modo, o filósofo Zygmunt Bauman afirma sobre a pós-modernidade que ela é marcada por individualidade e falta de empatia ao próximo, que por sua vez comete atos inconsequentes. Em prova disso, hodiernamente os indivíduos produzem uma quantidade colossal de lixo e despejam de maneira incorreta, bem como a quantidade descomunal de queimadas que reforça ininterruptamente a poluição atmosférica. Dessarte, é patente que a nação se encontra obsoleta em questão de preservação e conservação dos biomas brasileiros que, por conseguinte, provoca uma série de fatalidades ambientais.
Em segundo lugar, o descaso na averiguação das normas de extração de substancias, bem como a irresponsabilidade dos órgãos nacionais em examinar tais ações é uma problemática que influencia diretamente nos acidentes ocorridos no meio ambiente. É indubitável que existem programas de conscientização ambiental no Brasil com o intuito de sanar negligências inspecionarias. Em contrapartida a isso, em 2011 ocorreu um derramamento de óleo no Rio de Janeiro que, de acordo ao Secretário do Meio Ambiente poderia ter sido evitado com estudos prévios de geologia e medidas de segurança corretas. Isso ratifica, logo, que o território brasileiro fica à mercê da devastação ambiental, perdendo uma de suas maiores riquezas.
Portanto, medidas são necessárias para prevenção de pósteros desastres no ecossistema. É mister que o Ministério do Meio Ambiente e a Justiça Federal apliquem medidas punitivas eficazes por meio de multas nacionais, na qual a renda será utilizada em resoluções dos acidentes existentes e para a precaução de futuras catástrofes, com a finalidade de tornar as políticas públicas atuais exequíveis. Ademais, é imprescindível que as mídias sociais como telejornais, busquem ressaltar a importância da extração consciente e da regulamentação de recursos naturais por meio de campanhas contra a retirada ilegal com o propósito de conscientizar e alertar a população dos problemas ambientais enfrentados que, dessa maneira, poderão ser cessados.