Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 11/08/2020

Na obra cinematográfica “Lixo Extraordinário”, é apresentado impactos ambientais dos desperdícios gerados diariamente em toda sociedade. Não obstante, em plano real, a industrialização associada ao consumismo do ser humano, é de fato, um desafio por ser responsável pela poluição, pelo desequilíbrio do ecossistema e pelo agravamento da saúde dos seres humanos. Nesse sentido, as mazelas da consciência coletiva em concórdia com a reafirmação dos valores sociais são fatores que assolam em curso inefável.

É errôneo afirmar que os impactos ambientais são algo da contemporaneidade. Visto que, produção de lixo, da poluição e do consumo aumentaram partir da Revolução Industrial, de maneira, que eclodiu uma sociedade de consumo, como também um mercado mundial de bens. Nesse sentido, tem-se calamidades do ambiente provocadas pelas mazelas sociais, a exemplo de extinção de espécies, emissões de gases poluentes e devastação ambiental. Tal fato é evidenciado no G1 em 2018, que apresentou uma pesquisa feita pelo Instituto Akatu e apontou que 76% dos 1.090 entrevistados não praticam o consumo consciente. Assim, garantir a sustentabilidade para atender as demandas da sociedade e conscientizar a grande parcela desinformada é necessário para articular o desenvolvimento sustentável.

Em esfera contemporânea, observa-se a tentativa de movimentação social que busque efetivar ética sustentável. Sendo assim, é comum deparar-se com o termo “sociedade de consumo” vinculado à cultura do “ter”, contudo, observa-se no momento atual valores de sustentabilidade e justiça social fazendo parte da consciência coletiva. Uma vez que, engloba abandono de práticas nocivas de alto consumo e desperdício e adoção de práticas conscientes. À visto disso, minimalismo já adotado por algumas pessoas, vivem de uma maneira mais livre, leve, feliz; a qual cada pessoa procura se concentrar em habituar-se a viver sem excessos. Logo, hábitos como o minimalismo e compra de “segunda mão” de vendas em redes sociais, são ações que colocaram com o meio ambiente.

Por conseguinte, ambientalistas, empresas e cidadãos devem inconformar-se, bem como engajarem-se no ato de redemocratizar as leis ambientais para que sejam vigoradas corretamente. De tal maneira que reúnam-se em Webnários, juntamente com as Secretarias do Meio Ambiente e o IBAMA, com o intuito de institucionalizar o Núcleo do Desenvolvimento Ambiental - (NUDEA), o qual proporcionará a Disciplina de Práticas Ambientais nas instituições de ensino. De forma que não só a Câmara Municipal apoie essa proposição, mas também a Prefeitura a financie, a fim de melhores soluções para o meio ambiente brasileiro.