Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 31/10/2020

É de conhecimento geral que a tecnologia vem buscando inovar-se constantemente. Em conjunto com a evolução da sociedade, o consumismo e seus inúmeros impactos negativos conquistou um espaço a mais, propício ao aumento da globalização. Entretanto devido a maior sustentabilidade humana gerada por essas modificações, o meio ambiente tornou-se o mais prejudicado.

Diante de um cenário não sustentável entre as empresas, os produtos gerados por elas possuem uma data de validade, o que possibilita o descarte rápido desses elementos fabricados, quer consequentemente não são reaproveitáveis. Em questão disso, o resultado é uma enorme quantidade de resíduos poluentes abandonados em rios e mares. Logo, prejudicando o lençol freático e dessa forma contaminando pessoas que não possuem saneamento básico em suas residências.

Deve-se abordar, ainda, que a poluição pode ser causada também, pelo uso em excesso de automóveis individuais, resultando na emissão de gases poluentes para a atmosfera. Segundo a medição do programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Brasil registrou o total de 66,9 mil pontos de queimadas, totalizando o aumento de 70% em decorrência dos últimos anos. Isso em consequência dos produtos consumidos em abundância, que foram descartados e queimados por mal uso.

Levando em consideração esses aspectos, o ato de comprar em excesso prejudica o meio ambiente e diversos fatores. Praticar queimadas, descartar objetos não reutilizáveis e jogar lixo com resíduos poluentes em mares são exemplos de ações que prejudicam a todos, e que não devem ser executadas, pois inviabiliza o cultivo e o consumo de recursos naturais, provoca desequilíbrios ecológicos e pode ameaçar a saúde humana. Portanto, descartar o lixo na lixeira com sacolas plásticas sem o uso da queimada é uma forma de evitar a poluição e auxilia o lençol freático a não ser prejudicado.