Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 26/12/2020
É evidente que a partir da Primeira Revolução Industrial - ocorrida em meados do século XVIII - o consumo aumentou consideravelmente e a poluição começou a surgir em massa. Essa visão condiz com uma problemática muito presente na sociedade brasileira: os impactos ambientais do consumo no século XXI, na medida em que o Brasil é um país que adota o capitalismo. Acerca disso, é indispensável destacar que esse cenário é oriundo do consumismo excessivo e da negligência estatal.
Em primeiro plano, pode-se salientar que a cultura de consumo está cada vez mais presente na sociedade contemporânea. Essa situação relaciona-se com o conceito de Modernidade Líquida - desenvolvido pelo sociólogo e filósofo Zygmunt Bauman -, na medida em que as relações econômicas e de produção se tornam cada vez menos concretas. Logo, é perceptível que as mercadorias têm uma pequena durabilidade, fazendo com que o consumismo seja cada vez mais disseminado.
Paralelo a isso, é destacável que o Estado brasileiro não cumpre o seu papel de responsabilidade para com o meio ambiente. Nesse contexto, é notório que tal negligência não é uma exclusividade do século XIII, visto que desde o Período Colonial houve uma intensa exploração dos recursos naturais brasileiros - decorrente da crença de que eles eram infinitos. Esse fator é prejudicial para a vida da população, porque o aumento dos impactos ambientais gera o aumento da poluição e, consequentemente, as pessoas ficam mais propícias a desenvolverem problemas respiratórios.
Portanto, o desmatamento por causa do consumo deve ser desestimulado. Assim, é imprescindível que o Ministério das Comunicações deve mostrar os impasses gerados pelo desmatamento, por meio de publicações - ilustrativas - nas redes sociais, a fim de mitigar os impactos para a população. Ademais, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente ajude na diminuição dessa problemática, mediante fiscalização - mensal - do cumprimento das leis ambientais, com a finalidade de tornar o Brasil mais ativo nos princípios sustentáveis.