Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 16/09/2021
Promulgada pela ONU, em 1972, a Declaração de Escotolmo garante a todos os indivíduos o dever de cuidar e administrar judiciosamente o patrimônio da flora. Entretanto, na prática, tal obrigação é deturpada, visto que os impactos ambientais encontram-se efetivados na sociedade. Dessa forma, o consumismo exacerbado em consonância com a ausência de reciclagem são os principais pilares para esses impasses.
Primeiramente, vale ressaltar o consumo exagerado como impulsionador da problemática. Destarte, segundo o filósofo Sigmund Freud, em sua análise da mente humana, os indivíduos buscam preencher o vazio existencial com coisas supérfluas. Sob essa ótica, denota-se que as pessoas buscam consumir produtos desnecessários como forma de se satisfazerem. Desse modo, esse consumismo é extremamente perigoso, pois além de prejudicar o psicológico do consumidor ainda agrava o meio ambiente devido seus descartes indevidos.
Ademais, vale salientar a falta de reaproveitamento como perpetuador do problema. Por essa perspectiva, de acordo com o IBGE, 80% da população não reutiliza produtos e materiais. Sob esse viés, essa ausência de reúso danifica o meio ambiente, já que materiais como os metais e os plásticos demoram muito tempo para degradarem-se na natureza. Assim, esses materiais vão se acumulando e ocasionando o aumento de lixo no mundo.
Portanto, com intuito de mitigar os impactos ambientais do consumo, urge que o Estado, como promotor e garantidor do bem-estar social, disponibilize subsídios para o Ministério da Saúde reverta a verba em contratação de psicólogos e palestrantes que, por meio de workshops, nas escolas, atenderiam a população e falariam sobre os malefícios que o consumo exagerado ocasiona. Além disso, é mister a mídia divulgar a importância de reutilizar materiais e os descartarem de forma certa. Somente assim, a Declaração de Estocolmo entrará em completo vigor.