Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 05/06/2021

De acordo com a Constituição Cidadã, de 1988, é garantia das futuras gerações a vivência em um meio ambiente preservado e harmônico. No entanto, na contemporâneidade, o indivíduo social ao não promover atitudes conscientes, corrobora com o caos instaurado no ecossistema. Dessarte, é possível analisar como o consumismo exacerbado e a negligência estatal têm papel nocivo para com a problemática.

Inicialmente, é notável como o meio social ao promover compras sem nessecidade, promove o agravento do fênomeno ambiental. Segundo Adorno e Horkheimer, filósofos alemães, o meio econômico impulsiona o consumismo desenfreado pelas massas populacionais, por meio da publicidade, o que corrobora com a obsolescência programada, por exemplo. Dessa forma, infere-se como inadmissível que a falta de controle do consumo individual, corrobore com a instauração de problemas ambientais não só no Brasil, mas em todo o mundo.

Por conseguinte, com a grande geração de resíduos em consequência da comercialização exarcebada, a inadplência estatal ao coletar os produtos, corrobora como um fator agravante ao problema. De acordo com dados da Agência Brasil, de 2018, cerca de 8% do lixo urbano não foram coletados no país, o que promove a poluição, degradação e contaminação do meio ambiente, por exemplo. Destarte, lê-se como nociva a comprensão de que em um país com uma Constituição Federal tão atualizada, o poder publico não meça esforços para realizar a destinação dos rejeitos corretamente.

Fica evidente, portanto, a extrema necessidade da intervenção estatal para mitigar a degradação ambiental. É preciso, então, que o Ministério da Educação crie páginas na internet que informem de forma clara e objetiva, por meio de animação lúdicas que simulem situações de agravamento do meio ambiente, a importância da reutilização de produtos, com finalidade de diminuir a geração de lixo urbano, o que atingi a diferentes públicos. Assim, haverá um caminho traçado para uma sociedade emancipada, e com um ecossistema equilibrado, como garante a Carta Magna.