Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 10/06/2021
A Constituição de 1998 garante a todos educação, saúde e um meio ambiente preservado e equilibrado. No Brasil, todavia, há grande desafios a serem enfrentados, principalmente quando a pauta é o consumismo, visto que a exploração ambiental para atender a necessidade de compra da sociedade está trazendo danos irreversíveis para natureza. Fica claro, por conseguinte, a urgência em reverter esse cenário com auxílio governamental e social.
Primeiramente, é importante destacar que, após as Revoluções Industriais ocorreram mudanças significativas em todos os setores da sociedade, em destaque ao setor comercial e ambiental. Com o Capitalismo Comercial e Industrial a preservação da natureza foi deixada em segundo plano, visto que os lucros sempre tiveram peso maior , tal fato é nos dias atuais um enorme impasse tanto ao mercado produtor que visa capital quanto ao mercado consumidor que busca sempre se manter no mais alto padrão da “moda”. Diante disso, é notório a alienação enraizada socialmente.
Em segundo lugar, observa-se que a população mundial em 2008 já havia consumindo 30% a mais dos recursos naturais do que o planeta consegue repor, segundo o Relatório Planeta Terra; dessa maneira, a natureza fica cada dia mais próxima do fim e consequentemente a vida humana também, na medida que, sem os recursos naturais que são retirados demaseadamente da natureza é impossível existir condições básicas para se viver.
Faz-se necessário, portanto, ações que ajudem a preservar o restante do meio ambiente. O Governo e o Ministério do Meio Ambiente, devem criar projetos e ações que reduzam o desmatamento, especificamente, nesse caso, voltado ao mercado de bens de serviços, como a educar a população a entender as consequências irreversíveis que o consumismo pode causar, isso pode ser feito por meio de palestras nas escolas, empresas e até por cartazes nas ruas. Complementalmente, a mídia e o Ministério da Economia podem juntos formular medidas que ajudam a preservar a natureza e não ocorrer um impacto negativo na economia do país. Espera-se assim reduzir os impactos ambientais do consumismo no Brasil, sobretudo, garantir o que foi outorgado em 1998.