Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 04/08/2021

O filme “Wall-e”, do diretor Andrew Stanton, lançado em 2008, conta uma história fictícia de um robô enviado para o planeta Terra para salvá-lo dos desastres deixados pelos seres humanos, após uma enorme poluição de lixo, encontra ecos no Brasil contemporâneo, uma vez que a atual população brasileira não está cuidando devidamente do meio ambiente, o destruindo com queimadas e crimes ambientais. Estas catástrofes ambientais prejudicam a própria população, deixando-a sem moradia e fragilizando sua saúde.

Em primeira instância, é necessário compreender o Artigo 225 da Constituição da República Federativa do Brasil. Este visa entender que é direito de todos o acesso ao meio ambiente ecologicamente equilibrado e essencial à sadia qualidade de vida, impondo ao poder público defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Visto que estas saibam cuidar do meio ambiente de tal forma a manter o planeta ecologicamente estável.

Ademais a isso, requer reconhecer que as queimadas e crimes ambientais estão fortemente inseridos na modernidade. Em 2019 o desmatamento na Amazônia cresceu em 85%, chegando em cerca de 9.150 quilômetros quadrados, e um aumento de 30% nas queimadas do bioma, de acordo com os dados divulgados pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais). Grande parte deste desmatamento teria ocorrido para o agronegócio, para a exportação da madeira e, principalmente, devido à impunidade aos crimes ambientais.

Em virtude das situações mencionadas, é de extrema urgência a execução das leis governamentais já existentes para a prevenção das catástrofes ambientais, por parte do Estado, afim de preservar o meio ambiente. Outrossim, o Governo deve iniciar políticas públicas para incentivar a população a fazer o que é certo e a cuidar dos biomas brasileiros, para assim, melhorar a qualidade de vida, oferecendo-lhes água potável e ar atmosférico em excelentes condições.