Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 06/08/2021
A obra “O triste fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, tem como característica mais marcante seu nacionalismo ufanista, acreditando em um país útopico. Nessa perspectiva, o problema de impactos ambientais gerados pelo consumo torna o país ainda mais distante do imaginado pelo sonhador personagem. Portanto, fatores como a perda da biodiversidade e a extinção do planeta terra se figuram vitímas desse obstacúlo.
Em primeira análise, vale ressaltar que o consumo severo de elementos que liberam gases tóxicos e lixos acarreta na perda de diversas vidas naturais. Prova disso, no documentário “David Attenborough e Nosso Planeta”, relata que as pesquisas feitas pelo naturalista britânico durante toda sua vida, o mundo vivência uma degradação de espécies e um aumento de mais de 30% de gases que acarretam o efeito estufa. Desse modo, a humanidade corre cada vez mais riscos se medidas não forem tomadas a cerca desse quadro de consumo.
Ademais, a falta de preocupação e conhecimento da população relacionado aos impactos ambientais dificulta a resolução de melhorias para um mundo mais sustentável. Dessa maneira, dados do “G1”, reproduz que região Norte, território que abriga quase 70% da Floresta Amazônica, maior área verde do mundo, concentra o desaparecimento de 10% a 12% de sua mata, evidenciando um número alarmante na mais rica área de espécies.
Destarte, os impactos causados no ambiente devido o consumo representa uma ameaça concreta não apenas aos indivíduos diretamente envolvidos como todos os cidadãos que, indiretamente, também figuram vitímas de seu legado. Nesse sentido, o Estado deve executar investimentos em orgãos ambientais, por meio de verbas, com o intuito de conservação de matas. Espera-se, com isso, que os perigos de uma outra possível extinção seja catalisada.