Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 28/09/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retrarada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa no cenário atual é o oposto difundido pelo autor, uma vez que os impactos negativos do consumo no século XX são um entrave a ser mitigado. Essa realidade é fruto da não sustentabilização de matérias primas e a flexibilização das leis ambientais.
Primeiramente, temos que, a insustentabilização de matérias primas impulsionada pela industria são problemas que necessitam de maior atenção, visto que, a cada ano o percentual de esgotamento de recursos naturais só aumenta, incluindo até uma escassez dos renováveis, como foi noticiado pelo portal G1 recentemente. Essa problemática ocorre pela quantidade e proporção retirada da natureza para produção em massa da industria sem precedentes.
Ademais, cabe citar também a flexibilização irresponsável das leis ambientais, onde ocorre a violação de preceitos constitucionais na qual visa cooperar aos interesses coorporativos capitalistas. O economista, Hugo Penteado afirma que a estrutura econômica tradicional exclui as variáveis: sociedade e natureza. A afirmativa evidencia a relação e a variação de eventos que podem ocorrer em decorrência dessa exclusão.
Diante dos fatos apresentados, conclui-se que, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, juntamente com o apoio do Governo Federal, elevar o rigor das leis ambientais de forma que crie também uma ação que possa fiscalizá-las adequadamente. E também, deve manitorar e regulamentar os ativos comerciais em relação a matéria prima. Para que dessa forma, possamos assegurar maior consciência e segurança ambiental e assim dissipar os impactos negativos do consumo.