Impactos ambientais do consumo no século XXI

Enviada em 01/10/2021

Antigamente, o movimento natural do surgimento de uma tendência seguia a ordem: desfiles de moda para as lojas e, enfim, para as ruas. Hoje em dia, o processo principal é no modelo inverso. Estilistas e profissionais do setor observam as ruas e assim nasce uma inclinação a algo novo. Nesse prisma, destacam-se os dois aspectos: o comercio fast fashion e o tipo ambiental da indústria têxtil.

Primeiramente, é indubitável que o modelo de negócios da fast fashion abrange desde a criação do produto até sua produção e distribuição, com o objetivo de atender cada vez mais como as mudanças ocorridas da moda. A empresa Shein é uma das contribuições desse ciclo de moda rápida. Entretanto, debates sobre a origem das roupas de baixo custo apontam ao trabalho escravo ou a mão de obra precarizada, que é diretamente contra o artigo 4 dos Direitos Humanos prescrito pelas Organizações das Nações Unidas.

Numa segunda análise, observamos que esse comércio também afeta negativamente o meio ambiente, já que o cultivo de algodão exige o uso de uma quantidade excessiva de água, e tecidos sintéticos, como poliéster, são derivados do petróleo. Conquanto, um dado de 2015 aponta que cerca de 10,5 milhões de toneladas de roupas que não foram vendidas param em aterros sanitários, o que resulta num desperdício de recursos finitos e escassos.

Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham amenizar o impacto da indústria da moda a curto e longo prazo na vida dos consumidores. Por conseguinte, cabe como empresas que são líderes no mercado têxtil abrir caminhos alternativos para reduzir o consumo e descarte desequilibrado de novas peças, aderindo campanhas de doações e os homens que o consumismo desenfreado acarreta ao planeta no longo prazo. Espera-se com isso, a preservação da vida, direitos e saúde dos cidadãos que podem ser afetados ao longo do processo da geração de algo hodierno e passagem.