Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 31/10/2017
Passos largos
Com o advento da indústria de bens de consumo no país promovida por Jk em meados do século XX, houve um acelerado aumento no consumo desses produtos por braileiros. Entretanto, políticas de descarte de lixo adequado e a consciência da população sobre esse assunto não cresceu proporcionalmente. Devido a isso, o meio ambiente brasileiro do século XXI sente os impactos severos da falta de investimento do governo nessa área.
Os lixões são, sem dúvida, um dos principais impactos do consumo no Brasil. Esses locais inapropriafos de descarte de lixo além de proporcionar o mau cheiro, afetando a população proxima dessas áreas, contamina os corpos hídricos. Tal problema é ocasionado pela produção de chorumo pelo lixo que penetra no solo e contamina aquíferos subterrâneos e mananciais. Como conseuência desse processo, a saúde pública, já decadente, tem que absorver cerca de 2/3 da população que da entrada em postos de saúde ou hospitais por problrmas advindos da contaminacao da água. Dessa forma, é necessário mudancas urgentes no destijo final dos resíduos sólidos no Brasil.
Outro impacto ambiental do consumo na atualidade é a produção, cada vez maior, do lixo eletrônico. Esse progressivo índice é alimentado pelas empresas de eletrônicos, notoriamente de smartphones e tablets, que não só produzem propagandas incentivando o consumo obsessivo de seus produtos, mas também programas, de forma desleal, a obsolescência de seus equipamentos. Todavia, aparelho eletrônico constantemente substituido não é descartado adequadamente e, após ser depositado nos lixões, se torna um resíduos contaminante que adiciona no meio metais pesados e acumullativos como o chumbo. Desse modo, empresas de eletrônicos fomenta a degradação ambiental.
Por tudo isso, medidas que objetivam a preservação do meio ambiente são urgentes. Para tanto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, após amplo debate com a sociedade, colocar em prática o projeto de 2010: Política Nacional de Resíduos, o qual prevê a substituição de lixões por, pricipalmente, aterros sanitários. Visando o superaproveitamento do aterro, o governo deve utilizar o gás metano produzido nesse local para geração de energia elétrica, como já feito em alguns países desenvolvidos. Ademais, indústria, fabricante, importador e comerciante de produtos eletronicos precisam, por meio de isenção fiscal da união, proporcionar ao consumidor uma logística reversa, ou seja, instruir nos manuais e nas lojas físicas e onlinnes como e onde determinado produto deve ser descartado de forma correta. Assim, o Brasil caminhará a passos largos para controlar os impactos ambientais ocasionados pelo consumo.