Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 27/10/2017
Após a queda do Muro de Berlim em 1989, acaba-se o antagonismo leste-oeste e o mundo aderiu de vez ao processo de globalização. Em consequência disso, se observa um crescimento constante no consumo de bens e seu respectivo impacto na natureza. Diante dessa problemática, como podemos amenizar tais efeitos e garantir um futuro digno para as próximas gerações?
A princípio, devemos analisar quais fatores existentes para tal crescimento desenfreado de uma sociedade que, cada vez mais, só se preocupa com o presente, não medindo a relevância dos seus atos. Em segundo lugar, empresas que fabricam em larga escala itens com duração á curto prazo, ignorando a sustentabilidade, também tem responsabilidade nos impactos ambientais.
A Conferência de Estocolmo, realizada em 1972 foi um marco por ser a primeira grande reunião para debates acerca da relação entre homem e natureza e, desde então, regularmente tem acontecido convenções para um melhor aproveitamento do mundo em que vivemos, para não dar sentido a frase “O homem é lobo do homem”, de Thomas Hobbes, que denuncia o prejuízo de suas ações: enchentes, deslizamento, aquecimento global e escassez de água, todas elas já presentes hodiernamente.
Portanto, a fim de criar uma sociedade mais comprometida e reflexiva com o desenvolvimento sustentável, as empresas, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, torne sua produção ecologicamente correta com ampla divulgação na mídia, que, por sua vez, também deve instruir a população com medidas para melhor conscientização. Ademais, o incentivo, a projetos escolares que ensine as crianças a importância da natureza. Assim, será possível que o homem deixe de ser o lobo de si próprio e da natureza, para vir a ser o salvador desse bem que possui.