Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 18/04/2018
Florestas de cimento e animais prejudiciais
O avanço tecnológico e o afastamento do ser humano ao ambiente natural modulam a noção pessoal das relações entre animal e natureza, isto é, cria-se uma visão de independência. Tal situação fortalece para com os prejuízos causados ao ambiente, uma vez que, não existe, ou esteja enfraquecida, a preocupação com cuidados ambientais. Conjunto a esse pensamento, as práticas consumistas do século XXI, mediante total dependência humana a produtos prontos por algum tipo de processo, criam o cenário problemático de grandes impactos ambientais.
Afastando o ser humano do ambiente natural, as cidades trazem consigo grandes efeitos ao modo de vida, como exemplo a facilidade da nutrição, feita de forma rápida em mercados, e que fortalece a visão de independência da natureza. No entanto, tal pensamento acaba criando barreiras quando o assunto é posto em pauta, uma vez que, o ser humano não se sente mais parte do ambiente, e portanto, possui baixo interesse e conscientização a respeito de cuidados e preservação.
Adjacente ao pensamento, as práticas consumistas, fortemente presentes no século XXI, exploram de maneira abusiva os recursos primários, causando esgotamento e muitos danos à biosfera. O desmatamento, a poluição de solos e rios e o desequilíbrio ambiental são exemplos gerais dos prejuízos. No Brasil, a Febre Amarela é uma das grandes respostas ao desmatamento, uma vez que, a doença e seu transmissor, já existentes na natureza, perdem seu habitat e precisam locomover-se para as cidades. É importante ressaltar também o maior desastre ambiental brasileiro, causado pela vasta exploração de minérios, o rompimento da barragem em Mariana, Minas Gerais, que levou a morte de pessoas, animais e do Rio Doce, trazendo até os dias de hoje, problemas para a população.
Para a problemática citada, algumas medidas podem ser tomadas a fim de uma solução eficaz e duradoura. Os gestores públicos devem sancionar leis severas para o cuidado com o ambiente, fortalecendo a fiscalização e penas para os infratores, reduzindo grande parte dos problemas ambientais. Ainda, para os gestores privados, devem ser criadas leis que obriguem o respeito à natureza e a substituição equivalente a fim de tornar possível a renovação natural. Em escolas e centros comunitários, a propagação do pensamento de integração homem e natureza deve ser posto em pauta para conscientizar a população e seus atos. Vale ressaltar que, em momentos de consumo e preços, as vidas e a preservação do ambiente não possuem preços pagos por moedas.