Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 23/03/2018
Na época da Revolução Industrial, com o crescimento das indústrias, foi criado o sistema de produção toyotista, que visava a fabricação de bens não duráveis, com a proposta ‘‘just in time’’. Hodiernamente, no Brasil, essa técnica persiste e está causando grandes impactos no meio ambiente. Sendo assim, para reverter esse quadro, faz-se necessária uma parceria entre a mídia e as escolas.
Em primeiro lugar, é indubitável que, em pleno século XXI, a propaganda exerce grande influência na vida dos indivíduos. Uma prova disso está na ideia de modernidade líquida, de Zygmunt Bauman, que diz que o prazer imediato tem sido prioridade na vida das pessoas. Dessa forma, é notório que o consumo exagerado é um fator negativo e que precisa ser controlado.
Entretanto, a questão está longe de ser resolvida. Por consequência do consumo desenfreado, o meio ambiente sofre diversos impactos. De maneira análoga, muitos objetos são descartados de forma irregular na natureza. No Japão, em 1948, resíduos sólidos foram despejados na Baía de Minamata, o que gerou a contaminação dos peixes e acarretou em mais de mil mortes.
Em virtude dos fatos mencionados, torna-se fundamental uma ação conjunta entre a mídia e as escolas. É imprescindível que a mídia divulgue, por meios das redes sociais, a importância dos indivíduos controlar os seus gastos, comprando apenas o que for necessário. De acordo com Immanuel Kant, ‘‘o ser humano é aquilo que a educação faz dele’’. Dessa forma, cabe às escolas oferecer palestras, ministradas por psicólogos, que discutam sobre a importância das crianças e jovens descartar o lixo de forma correta. Logo, poder-se-á afirmar que a pátria educadora oferece mecanismos exitosos para a preservação do meio ambiente no Brasil.