Impactos ambientais do consumo no século XXI
Enviada em 05/04/2018
Funcionando conforme a primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que o corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando seu percurso, os impactos ambientais proveniente do consumo persiste na sociedade há um tempo. Com isso ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso desse problema, da persistência para a extinção, as combinações de fatores relacionado a educação com a ignorância acabam por contribuir com a problemática.
Os impactos ambientais é em sua maioria provocado por lixos mal descartados, não chegando ao seu destino final correto. Nesse ínterim, pessoas que não tem a orientação devida para jogar o lixo no seu devido lugar, acaba por descartar em um local inapropriado, gerando impactos alarmantes quando se fala em uma população que não tem essa devida informação. Assim, a educação deve ser revista em escolas, universidades e cursos de cada país para evitar a persistência do problema no século XXI.
O consumo exagerado por indivíduos contribuem para os impactos, visto que quanto maior o consumo, maior o lixo gerado. De acordo com dados obtidos na universidade de Havard, os países mais desenvolvidos são os que mais produzem lixos, proveniente das novidades e da grande oferta que possuem, tendo como demanda nacional e internacional, acarretando um consumo de escala global.
Portanto, fica evidente a necessidade de uma tomada de medidas que realizem a mudança do percurso. Assim, é importante que o estado de cada país revise a educação proposta para a população, orientando-os de dar o destino adequado para cada item. A mídia, em parceria com os produtores dos itens podem promover publicidades que visam a orientação da sociedade para com o meio ambiente. Só assim a educação e a orientação funcionarão como a força descrita por Newton e mudarão o percurso dos impactos ambientais, da persistência para a extinção.