Impactos da ausência de projetos culturais nas escolas brasileiras

Enviada em 16/08/2024

Hebert de Souza, sociólogo brasileiro, defendia que a cultura é a principal maneira de desenvolver um país. Logo, trazendo essa idéia para o contexto atual, é notório que a ausência de projetos culturais nas escolas é um problema de extrema gravidade, já que afeta diretamente o progresso nacional e a qualidade de aprendizado dos jovens. Possuindo como as príncipais causas a violação de leis e a falta de incentivo do governo a esse conhecimento essencial.

Nesse sentido, é crucial analisar a Constituição Federal de 1988 a qual tem como dever garantir o acesso a educação e cultura a todos cidadãos independente de sua raça, cor ou classe social. Pórem, tirando do papel é evidente que milhares de alunos acabam ficando déficit de conhecimentos culturais, visto que devido a localização do seu meio de ensino sofrem pela falta de materiais pedagógicos para a praticas desses projetos fundamentais . Desta forma atrasando o apredizado infantil e limitando sua capacidade criativa.

Alem disso, outro fator crítico para o aumento dessa problemática é a falta de iniciativa do governo em realizar programas benefícientes com freguência. Assim como mostra a pesquisa feita pelo site “Nova Escola”, na qual afirma que 53% dos alunos que tem até o fundamental foram ao máximo duas atividades do Estado durante 12 meses. Dessa forma, minimizando o contato dos jovens as histórias e custumes dos povos antepassados.

Portanto, nota-se que mesmo com a existênciade leis, a ausência de atos culturais no ambiente escolar é frequente, sendo gerado principalmente pela falta de incentivos dos setores politicos. Logo, o Estado junto ao Ministério da Cultura, devia criar projetos públicos de fácil acesso a todos os estudantes, que conecte as crianças e adolescentes a cultura por meio de experimentos visuais ou sonoros. Além de palestras e divulgações que mostre os benefícios desse método de ensino, a cultura. Com a príncipal finalidade de garantir uma educação de qualidade e certificar um bom desenvolvimento do Brasil, assim como é defendido por Hebert de Souza.