Impactos da dengue na saúde pública brasileira
Enviada em 26/08/2025
O geógrafo Milton Santos, afirma que a urbanização desordenada e as desigualdades sociais são cenários ideais para proliferação de doenças no país. Sob essa ótica, os impactos da dengue na saúde pública brasileira é uma realidade que precisa ser combatida. Sendo assim, dois aspectos precisam ser analisados: o primeiro é a ineficácia do governo em manter a saúde pública no país e o segundo, é a ignorância educacional da população brasileira sobre o vírus da dengue.
Diante desse cenário, é importante que políticas públicas sejam eficazes para que a propagação da dengue seja interrompida, até porque a Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a dengue como uma das arboviroses mais graves do mundo. Desse modo, o governo deve manter a sociedade sempre em alerta diante dos riscos que esse vírus pode ocasionar, como é o caso da dengue hemorrágica, os sintomas podem levar à morte, publicar os métodos profiláticos também é uma alternativa para que essa epdemia seja combatida no Brasil. Diante disso, os impactos seriam atenuados, por exemplo, o Sistema Único de Saúde não ficaria sobrecarregado e pessoas seriam mais conscientes do seu papel na sociedade e o número de infectados pelo vírus da dengue cairia drasticamente.
Além disso, a educação é fundamental para que desde a infância o indivíduo cresça com senso de responsabilidade sobre o combate ao vírus da dengue. A consciência educacional gera uma reação em cadeia e consequentemente o combate a essa doença, por exemplo, não deixar água parada e fazer manutenção das caixas d’água. Diante disso, o pedagogo Paulo Freire afirma que a educação é um instrumento de transformação para que pessoas saiam da teoria e exerçam seu papel de cidadão na sociedade. Nesse sentido, a prática social aliada a informação correta de combate ao vírus resulta em uma grande chance dos impactos da dengue na saúde pública brasileira serem minimizados.