Impactos da dengue na saúde pública brasileira

Enviada em 29/08/2024

John Locke, filósofo inglês, destaca que é dever do Estado assegurar a saúde e o bem-estar da população. Todavia, em virtude do arbovírus da dengue ser uma realidade no brasil, é válido reconhecer como o poder público não atua de modo eficaz e, pior, o país revela-se inapto para combater o problema. Sob essa perspectiva, é possível analisar a sobrecarga do sistema de saúde e o risco à vida como o grandes pilares que tornam esse cenário tão preocupante.

De início, percebe-se que a alta demanda de pacientes fomenta a lotação das unidades de atendimento à saúde, sendo ocasionada principalmente pela má gestão do administrativa do Minitério da Saúde. Segundo Thomas Hobbes: “Os cidadãos cedem a sua confiança ao Estado, que por sua vez é ineficiente”, ou seja, em um momento de necessidade, é notório o quão defasado os serviços hospitalares estão, com filas intermináveis e recursos insuficentes para o atendimento da sociedade.

Além disso, vale ressaltar o risco à vida como um fator do vírus, sendo um vírus letal e perigoso. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a saúde forma o bem-estar físico, psicológico e social, nesse sentido, percebe-se o quão importante é preservar e manter o autocuidado, tendo em vista os sintomas do vírus, como febre alta e a diminuição da coagulação sanguínea, culminando em hemorragias internas.

Urge, portanto, a adoção de medidas que combatam o problema. Partindo desses fatos, o Ministério da Saúde deve fornecer uma estrutura de saúde adequada e obliterar a desinformação sobre os riscos da patologia, por meio de reformas e pelo uso de campanhas publicitárias. Assim, dando início em obras a nível nacional, abrangendo todos os estados, logo, fornecendo aparelhos e um ambiente apto ao atendimento público, além de campanhas e pôsteres que reforcem a ideia da importância em se proteger, evitar e combater o vírus, para que, por fim, haja a diminuição dos impactos do vírus da dengue na sociedade brasileira.