Impactos da dengue na saúde pública brasileira

Enviada em 31/01/2025

É indubitável que, no Brasil, em pleno século XXI, a dengue ainda causa impactos na saúde pública do país. Destarte, o problema ocorre: ora por inoperância governamental, ora pela não conscientização das escolas. Assim, analisar esses pontos é condição “sine qua non” para a tomada de decisões resolutivas.

Em primeiro plano, vale salientar que o direito à saúde é um direito de todos, mas o que é evidente é o descaso, sobretudo no caso da dengue. Dessa forma, a dengue não é novidade nos dias atuais, mas devido a inoperância governamental, que, despreparado, sem equipes suficientes para fazer multirões que promovam a higiene e organização das casas e empreendimentos, fracassa na tentativa de promover a saúde. Dessa forma, é necessário mencionar que a Constituição Federal de 1988 - norma de maior hierarquia - prevê o direito à saúde, saneamento e outros correlatos, mas na prática, de acordo com os argumentos supracitados, não é o que se observa.

Ademais, vale salientar que as escolas deviam conscientizar os cidadãos sobre a necessidade da coleta seletiva, condições de higiene e os perigos da àgua parada, afinal, sem isso, a dengue perpetua-se. Esse processo de conscientização é de fundamental importância, pois uma vez tomadas essas medidas, pode-se controlar o vetor e reduzir os casos de dengue significativamente. Isso romperia com o aumento de 27% dos casos em São Paulo, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica, número alarmante para atual situação. Assim, segundo Einstein, “uma mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original”; disso, extrai-se que uma vê conscientizadas, as pessoas jamais voltarão à ignorância.

Portanto, infere-se que medidas precisam ser tomadas para que reduzir os impactos da dengue o Brasil atual. Logo, urge que o Governo crie e financie multirões que prezam pela promoção de saneamento, coleta seletiva e controle de água parada, indo de casa em casa ou estabelecimento em estabelecimento pois só assim o problema pode ser sanado. Urge, também que escolas conscientizem por palestras e debates os jovens para a formação saudável e bioética.