Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 17/10/2018
Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, verifica-se que essa ideia iluminista é constatada na teoria e não na pratica uma vez que, observasse através das mídias sociais e televisivas que a sociedade vem enfrentando diversos problemas relacionados com o problema da falta de água no século XXI. Sabe-se que, os principais fatores são: a inércia dos governos, como também, a falta de interesse da população.
Lembrando que, os poderes brasileiros não tem autoridade para transformar o mundo mais tem o dever de cuidar do brasil. no entanto, é crescente a poluição hidráulica que só evidencia a inação Estatal. Acentua-se que, esse descaso dos governantes com a água desrespeita povo ferindo o “princípio da dignidade da pessoa humana”, esculpido no artigo 1º, inciso III, da Constituição Federal de 1988. Salienta-se que, esse desleixo governamental se válida da aceitação populacional.
Ademais, o comportamento humano é similar a lei física da inércia que diz: todo corpo permanece parado ou em movimento retilíneo uniforme a menos que uma força seja aplicada nele. De modo análogo, quem assiste calado e não toma uma posição, está contribuindo para que essa situação se perpetue. Contudo, isso é um desinteresse irracional passada de geração em geração. Como “Freud explica”: o homem é fruto do meio. Dessa forma, fica mais que necessário implantar uma nova mentalidade nos brasileiros.
Todavia, o primeiro passo deve vir de quem detém o poder. Logo, o Governo através do Ministério da Educação deve engajar em um plano de conscientização, visando alcançar o máximo de pessoas. Portanto, como primeira manobra deve-se implantar propagandas publicitarias espelhando-se na campanha de apelo emocional “tudo começa pelo respeito” feita pelada rede globo de televisão. Além disso, deve-se incluir essa temática em todos os anos letivos por meio de palestras e peças teatrais. Dessa forma, a sociedade abrira os olhos e enxergara um novo mundo para que não viva a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de Platão.