Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 21/10/2018

O arcadismo foi uma escola literária que se baseava no indivíduo em valorização com o meio ambiente. Entretanto, hodiernamente, é notório a desvalorização da corrente árcade, visto o descaso social e governamental em relação a natureza e sua hidrografia.

Em primeira análise, cabe ressaltar que a escassez em conscientização e em políticas educativas ambientais esteja entre as causas do problema. Isso porque, os ensinamentos e diálogos a respeito da importância da preservação de recursos hídricos são poucos realizados, com aprofundamento, nas importantes instituições, como a família e a escola. Em consequência, a reprodução de hábitos perniciosos, como o descarte de lixo em águas ou o consumo inconsciente, fazem-se presentes e contribuem para intensificação de problemas como poluição aquática ou sua escassez  em algumas regiões.

Vale ressaltar, também, que a passividade estatal perante aos gastos do solvente universal atua como agente ativo na persistência do impasse. Isso ocorre porque, tanto a agricultura, quanto a indústria, faz o uso da água em seu processo de produção. Porém, o problema acontece quando as mesmas tem pouca fiscalização em relação a gestão e preservação dos recursos hídricos. Pois, tal fato abre oportunidades para a realização, não só do consumo exacerbado na agricultura, que consome cerca de 72% de água através da irrigação, mas também nas poluições por agentes químicos liberados pelas indústrias em afluentes, que causam deterioração da água, como ocorrido no Rio Tietê e Paraíba do Sul.

Nesse sentido, medidas são necessárias para resolver o imbróglio em questão. Logo, cabe ao Ministério da Educação, junto às escolas, fomentar a valorização e conscientização acerca dos recursos hídricos. Isso permeio de aulas, palestras e oficinas, abertas à sociedade, ministrada por biólogos, a fim de promover hábitos conscientes e favoráveis ao combate do impasse. Ademais, convém ao Ministério do Meio Ambiente promover políticas de fiscalização mais rígidas, que apliquem multas aos casos de poluição aquática e consumo desordenado. Isso a fim de promover uma sociedade mais responsável e evitar futuros problemas como contaminação e escassez hídrica.