Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 19/10/2018
Há pouco tempo, a cidade de São Paulo, conhecida como a terra da garoa, passou por uma grave crise hídrica. De maneira similar, a escassez de água ocorre em nível global e gera impactos negativos, como a queda na produtividade agrícola e o desabastecimento de inúmeras residências. Por isso, é preciso que soluções sejam encontradas para mitigar esse dilema.
Primeiramente, vê-se que a falta de água gera um decréscimo na produção agrícola. Segundo dados da ONU- Organização das Nações Unidas-, mais de 70% da água consumida no mundo é destinada às plantações. Por conseguinte, a insuficiência de água dificulta o trabalho de milhares de pessoas que se sustentam por meio da agricultura e encarece o preço dos produtos, uma vez que os custos adicionais com a captação de água são refletidos no valor deles. Então, o problema precisa ser resolvido.
Ademais, outro entrave observado é o aumento do número de pessoas com pouca oferta de água. Ainda conforme a ONU, mais de 780 milhões de pessoas possuem difícil acesso a esse elemento, número que tende a crescer. Conforme aponta a organização Greenpeace, esse fenômeno é explicado, em grande parte, pela retirada da cobertura vegetal, o que ocasiona a diminuição do processo de evapotranspiração e a consequente alteração no regime de chuvas. Logo, é preciso pensar em alternativas de minimizar a escassez de água.
Desse modo, é fundamental buscar soluções para essa problemática. Em primeiro lugar a ONU, em especial a agência ONU Meio Ambiente, deve, por meio de discussões com os países, promover políticas e técnicas de diminuição do uso da água, como o gotejamento nas plantações, de modo a minimizar os efeitos da escassez de água. Outrossim, as nações precisam preservar as fontes hídricas por meio do reflorestamento, com o objetivo de garantir o abastecimento de milhares de pessoas. Dessa forma, os impactos ocasionados pela falta d’água vão ser reduzidos e a sociedade poderá esperar por um futuro melhor.