Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 23/10/2018
Niilismo, do dicionário de filosofia, é um termo céptico empregado para designar doutrinas ou ações que se recusam a reconhecer valores essenciais ao ser humano. Todavia, apesar de, que o conceito tenha sido utilizado predominantemente no século XIX, hodiernamente, tais comportamentos ainda prevalecem, tendo em vista que a falta de postura social e governamental em frente da escassez da água é um dos modos mais decadentes de uma nação que se diz solidária.
Em primeira análise, cabe pontuar que, a Revolução Industrial , século XVIII, deu inicio ao capitalismo, com a transição do artesanato, da manufatura para as máquinas e indústrias, o que proporcionou a rapidez dos produtos e comunicações com outros estados. Porém, no século XXI, é extremamente critico para o meio ambiente e, perpetua para a crise hídrica, devido - como, por exemplo - a poluição do ar, o uso da água para irrigação e o desmatamento da Floresta Amazônica. Diante disso, percebe-se que, o Governo somado ao Serviços de Água e Esgotos, façam o tratamento da água do esgoto, para as empresas reutilizarem esse líquido para a produção de seus produtos.
Outrossim, convém frisar que, segundo o diagnostico dos Serviços de Água e Esgotamentos, um indivíduo gasta, em média, 159 litros de água por dia, devido a falta de reconhecimento das pessoas de economizarem a água, que torna um impacto do meio âmbito, consequentemente, leva ao esgotamento dos recursos hídricos. Portanto é necessário, cuidar do presente, para que evite o aumento da crise hídrica. Comprova-se isso por analogia ao filosofo grego Aristóteles, que afirmava: “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. Dessa forma, vê-se que cabe não só ao Ministério da Educação, mas também à ajuda da família, distanciar dificuldades no ensino com projetos educacionais, como por exemplo, apresentações artísticas e atividades lúdicas a respeito da reutilização da água. Com o propósito de conscientizar adultos e crianças. Desse modo, a sociedade terá vantagens no futuro e menos empecilho.
Dessarte, para atenuar a problemática, é imprescindível que o Governo, consonância com o Ministério da Educação, as Mídias e a Secretaria da Segurança Pública, crie aplicativos e sites com uma ouvidoria pública, para receber denúncias anônimas, além de permitir fazer publicações de lugares em que já ocorreram vazamentos de água, casos de danos florestais, para serem investigados, por meio de uma ampla divulgação midiáticas, que inclua propagandas televisas, entrevistas em jornais e debates entre professores e alunos. Assim, a ação iniciada, no presente, seria capaz de modificar um futuro amargo e, o avanço humanitário tornará o niilismo apenas uma hipótese.