Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 27/10/2018
Embora a Terra seja conhecida como “Planeta Água” por ser constituída em sua grande maioria pelo solvente universal, infelizmente, nos dias atuais, existem locais do mundo nos quais o lastimável fenômeno da escassez hídrica se manifesta. Nesse sentido, convém analisar as principais consequências desta triste realidade.
Inicialmente, é possível afirmar que a falta de água é um dos principais fatores determinantes para o aparecimento de problemas de saúde no século 21. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pele ressecada, envelhecimento precoce, pedras nos rins, infecções urinárias, danos ao sistema neurológico e eczemas são algumas das enfermidades decorrentes do processo de desidratação constante. Diante deste contexto, fica claro o quão impactante é a questão da escassez de recursos hídricos, problemática que afeta diretamente o bem-estar das pessoas, causando-lhes lamentáveis males que poderiam ser evitados apenas pela ingestão da substância inorgânica mais abundante do planeta Terra.
Além disso, a incidência da fome crônica é outro grave e triste problema contemporâneo que está relacionado com a escassez hídrica. Segundo relatórios da Organização das Nações Unidas (ONU) realizados nos anos 2000, os lugares que mais sofrem com o problema da fome, localizados na região da África Subsaariana, possuem pouquíssimo acesso a fontes de água, necessária para atividades ligadas a produção de alimentos, como pecuária e agricultura. Com base nesses dados, percebe-se a imperativa necessidade em resolver a questão da falta de água no mundo, tendo em vista que essa problemática acarreta à população seriíssimos danos que vão além das doenças e enfermidades, comprometendo fortemente sua capacidade de sobrevivência.
Faz-se necessário, portanto, que a ONU impeça que mais pessoas sofram com os efeitos dessa escassez de água por meio de um projeto mundial destinado a suprir as necessidades hídricas dos países mais afetados por esse problema. Para tal, a Organização das Nações Unidas fará parceria com os governos federais e o FMI, buscando financiamento para desenvolver técnicas de aproveitamento e captação do solvente universal como osmose reversa, construção de usinas de tratamento e, se necessário, compra de reservas de nações abastadas em recursos hídricos como Brasil, Canadá e Rússia. Assim, calamidades como a fome crônica e doenças causadas pela desidratação deixarão de ser uma preocupação alarmante e todos os habitantes ao redor do globo serão capazes de usufruir da maior riqueza natural de seu “Planeta Água” igualmente.