Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/10/2018

Segundo Paul Watson, co-fundador do Greenpeace, “Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”. Entretanto, a população humana não tem tido tal inteligência, uma vez que a harmonia tem sido gradativamente deixada de lado, com a adesão de práticas inadequadas com o meio ambiente e uma gestão ineficiente dos governantes, o que traz sérias consequências, sobretudo com relação à água, causando graves impactos para à população.

Em primeiro plano, é necessário enfatizar que a escassez de água é resultante de uma série de ações inadequadas por parte da população e uma gestão ineficaz dos governantes. São muitas as práticas inapropriadas, dentre elas podemos citar: De, destinação de luxo para os rios, falta de mata ciliar culminando no assoreamento dos rios. Juntas, essas ações geram um grande estrago na situação hídrica nacional. Além disso, também deve-se lembrar da má gestão dos governantes com relação a essa pauta, pois falta uma legislação consistente para esse problema e uma melhor fiscalização.Desse  modo, é possível perceber como a má gestão dos governantes, e a conduta da população influênciam na escassez de água no século XXI.

Em uma segunda abordagem, é preciso lembrar que a falta de água produz graves impactos para à população. Nesse sentido, é necessário elucidar dois principais: Falta de água para necessidades humanas e alta no preço de produtos em geral. Quando ocorre a falta de água é feito o racionamento, com isso não há grande quantidade disponível, diminuindo a capacidade de uso das pessoas. Outrossim, segundo Tales de Mileto, filósofo grego, “Tudo é feito de água”. Sendo assim, quando acontece períodos de seca, há um aumento geral no preço dos produtos, principalmente os alimentícios, pesando fortemente no bolso da população. Assim sendo, é possível compreender a gravidade dos impactos que surgem da escassez hídrica.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver a problemática levantada. Nesse contexto, deve haver uma ação conjunta entre ministério do meio ambiente, ministério da educação e mídia. Ao primeiro, cabe a missão de elaborar leis consistentes para punir os infratores de crimes contra os recursos hídricos, além de intensificar a fiscalização , com o intuito de extinguir ações indevidas e diminuir a escassez de água. Ademais, compete ao ministério da educação realizar palestras, em escolas e universidades, à respeito desse assunto, trazendo à tona a reflexão sobre as práticas inapropriadas realizadas pela população, objetivando acabar com elas. Por fim, assiste à mídia a tarefa de veicular todo tipo de propaganda de conscientização, a fim de que a população contemporânea viva cada vez mais em harmonia com o meio ambiente.