Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 31/10/2018

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se nota os impactos que a má administração da aguá causam, hodiernamente, verifica-se que esse pensamento iluminista é certificado na teoria, porém não na prática. O problema persiste intrinsecamente na realidade, seja pela má administração da água, seja pela falta de saneamento adequado.

É notório que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas desse problema. De maneira análoga é perceptivo que a falta de administração correta da água rompe essa harmonia, trazendo consigo os problemas sociais. A OMS avalia que são necessários entre 50 a 100 litros de água por pessoa para assegurar a satisfação das necessidades básicas, porém por conta da má distribuição desse recurso isso não é visto na prática.

Observa-se que a falta de saneamento como um grande impulsionador do problema. A falta de tratamento de esgoto e da água, cria um ambiente propício ao desenvolvimento de doenças devido à água contaminada. No Brasil, as doenças feco-oral (diarreias, febres e hepatite A) foram responsáveis por 87% das internações causadas pelo saneamento ambiental inadequado de acordo com a pesquisa feita pelo site Trata Brasil em 2015.

Diante disso, é evidente que ainda há impedimentos para garantir a solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa forma o governo deve colocar em prática as leis que asseguram os direitos humanos, promovendo a qualidade de vida das pessoas. Como já dito por Durkleim, o fato social é uma maneira de agir e de pensar dotada coercitividades, ou seja, as pessoas precisam mudar esses pensamentos que visam só a si mesmo e começar a se solidarizar com à ajudar o próximo, logo tais problemas como esses irá deixar de existir.