Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 01/11/2018

Desde a antiguidade até a sociedade contemporânea, a água é um fator de imensa importância para todos os cidadãos do mundo. Apesar de sua extrema abundância no planeta Terra, apenas 2,4% é água doce e, dentro dessa porcentagem, apenas 0,02% pode ser consumida, ou seja, apesar de parecer que iremos ter água para sempre, esse recurso vem se tornando escasso, muitas vezes sem que parte da população perceba. Porém, sociedades mais pobres já vêm sofrendo as consequências da escassez da água, sendo necessário que, não só elas, como o mundo inteiro se mobilize e comece a economizar mais.

De fato, grande parte da população mais pobre do mundo já está sofrendo as consequências da falta de água, sendo que, algumas delas, são obrigadas a consumir água poluída para que não haja desidratação e mortes em sua comunidade. Enquanto isso, indivíduos de países desenvolvidos não costumam sentir esse efeito, o que faz com que usem a água sem limites, mesmo sem perceber, desde em pequenas tarefas do dia a dia, como escovar o dente e lavar a louça com a torneira ligada, até em grandes tarefas, como na agricultura.

Esse uso ilimitado da água por parte desses indivíduos pode gerar diversas consequências, não só para a parcela pobre da população, mas também para os próprios privilegiados dos países desenvolvidos. Posto isso, o número de mortes que já existem nos países subdesenvolvidos por falta de água pode aumentar, envolvendo desde crianças até idosos, o número de doenças causadas por falta de saneamento básico também pode crescer e ainda, consequentemente, fazer com que alimentos também se tornem escassos. Nos países desenvolvidos é possível que, aos poucos, também comece a faltar água e ,assim, as mesmas consequências dos países mais pobres começarem a ocorrer nos ricos também.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para que a escassez de água diminua, evitando os principais riscos que ela pode causar. A principal é dever do governo, que deve lançar mais campanhas de conscientização de economia de água, em amplos horários, principalmente, nas comunidades mais ricas, mostrando a elas as consequências que, por exemplo, uma simples escovação de dente com a troneira aberta no cotidiano pode causar. Desse modo, indivíduos podem começar a se sensibilizar, evitar de gastar água exageradamente e, consequentemente, evitar mortes e outros riscos que a falta de água poderia levar à vida de algum cidadão.