Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 26/07/2019

Apenas 3,5% da água do mundo pode ser utilizada para o consumo, visto que 96,5% estão localizadas nos oceanos. No limiar do século XXI, a escassez de água no território brasileiro vem se intensificando cada vez mais na atualidade, apresentando uma grave patologia social. Nessa perspectiva, a Negligência do Governo e a Inadvertência de grande parte dos empresário, com o uso exacerbado de água, ocasiona consequências deletérias à sociedade. Logo, com o escopo de mitigar tais infortúnios, medidas Governamentais e Familiares são Fulcrais.

Efetivamente, os poucos recursos que o Governo oferece nos locais com mais precisão de água, mostram a indiligência do Estado. Nesse contexto, a região Nordeste do Brasil e uma das mais afetadas no século atual, posto que o fenômeno natural El Nino ocorreu frequentemente , o qual pode mudar a direção das chuvas para o sudeste brasileiro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem a concentração de quase 15% da água doce do mundo, assim podendo distribuir água abundantemente no seu território, porém a má gestão no saneamento básico acarretam situações nefastas para sociedade. Em face disso, o Estado deve agir no enfrentamento a esse viés.

Decerto, o ramo capitalista vem aumentando gradativamente no decorrer do século XXI, visto que, majoritariamente, os grandes empresários agricultores, gastam inúmeros litros de água para regar plantações. Nesse panorama, a agricultura é quem mais gasta água no Brasil, uma vez que é um dos países que mais exportam produtos que dependem de água, por exemplo, a soja. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), a agricultura gasta cerca de 72% de toda água utilizada no Brasil, assim, fazendo uma grande desigualdade na distribuição em todo território brasileiro. Acerca dessa lógica, a família deve enfrentar essa mácula social.

Destarte, a fim de atenuar tais impactos, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O Governo, deve realizar programas de reabastecimentos e saneamentos básicos, para as regiões mais necessitadas no quesito de falta de água, visto que várias são de áreas mais carentes, por intermédio de emendas constitucionais e ajuda do poder legislativo, para enviar recursos para tais municípios, com o fito de diminuir o número de casas sem água potável. Outrossim, a família, como instituição formadora de opinião, deve, desde a infância, ensinar os atos corretos para não desperdiçar água, como fechar corretamento as torneiras e não demorar muito com o chuveiro ligado, afim de poupar a água. Desse modo, esses 3,5% de água potável no mundo serão usados corretamente, e esse recurso natural estará presente com abundância em todo o mundo.