Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 13/03/2019

Os impactos da escassez de água em pleno século XXI, são sem dúvidas, uma problemática e que traz graves consequências. Água é fonte de vida, dependemos dela para sobrevivermos e exercermos, praticamente, todas as nossas atividades. Quanto a sua falta, podemos levar em consideração duas análises: se por um lado, tem-se a saúde humana que pode ser prejudicada; por outro, existe até mesmo, o risco de conflitos entre as populações. Portanto, há que se avançar sobre esse assunto.

A princípio, podemos observar algumas funções do recurso hídrico na área da saúde: (desempenha o papel de “matéria-prima” dos nossos corpos, participa de diversas reações químicas e transporta várias substâncias). A medicina confirma que na sua falta - dentre várias consequências - pode ocorrer desmaio, diminuição de energia, falência dos órgãos a até mesmo a morte. No setor econômico: (está na produção de alimentos e medicamentos) o que também comprometeria a vitalidade caso faltasse. Dessa forma, é possível legitimar, que o líquido é ‘‘precioso’’ e de fundamental importância para a manutenção de uma vida saudável.

Além disso, um mapa disponível na internet - com o título “falta ou abundância?” - postado dia 20 de agosto de 2018, mostra que a maioria da população mundial (83,7%) não tem água em abundância em seu país. Ou seja, os recursos hídricos não se distribuem de forma igualitária pelo mundo. Somado a isso, o crescimento populacional e o uso não sustentável da natureza, provocam a diminuição da disponibilidade de água. Dessa forma, o risco de tensões entre as populações, citado acima, se justificam. Podendo configurar em brigas por alimento, conflitos políticos por territórios, violência armada por rios e nascentes, entre outros.

Devido aos fatos citados acima, medidas são urgentemente necessárias. O Governo junto ao Poder Legislativo - deveriam criar leis mais severas, rigorosas e inflexíveis - que penalizem devidamente e de fato a quem praticar atos que vão contra a preservação das águas. E que os membros do Judiciário - através de seus poderes - apliquem de forma mais efetiva os crimes ambientais. Paralelamente, que a Escola - por meio de trabalho, palestras e debates - promova a formação de cidadãos conscientes sobre a importância de proteger os recursos hídricos. E quem sabe assim, seja possível evitar os impactos da escassez.